O desinteresse pela política também é uma escolha. Mas quais são as consequências?
No primeiro turno das eleições presidenciais, cerca de 158 milhões de brasileiros estavam aptos a votar. Desse total, aproximadamente 40 milhões não compareceram às urnas ou votaram em branco ou nulo. Um número expressivo, que convida a uma reflexão sobre a participação política e o compromisso da sociedade com a democracia.
Até que ponto o desinteresse pela política, pelos políticos, pelas políticas públicas e pelas causas sociais é benéfico para o país? Afinal, as decisões tomadas pelos representantes eleitos influenciam diretamente a vida de toda a população, seja na saúde, na educação, na segurança pública ou na garantia de direitos.
Todos são seres políticos, mesmo aqueles que preferem não se envolver diretamente nesse universo. A democracia garante a liberdade de votar em branco, anular o voto ou, dentro das regras eleitorais, não comparecer às urnas. No entanto, a participação consciente e efetiva da população é fundamental para fortalecer a democracia e contribuir para os rumos do país.
Diante do segundo turno das eleições presidenciais, que acontece no próximo domingo, o padre Leonardo Dall’Osto propõe três sugestões e reflexões para ajudar os eleitores a escolherem melhor seus candidatos.
Mais do que escolher um nome, o momento exige responsabilidade, consciência e reflexão sobre os projetos, os valores e os compromissos de quem pretende governar o Brasil.
Participar da democracia vai além de votar. É acompanhar, questionar, fiscalizar e compreender que as escolhas políticas têm consequências para toda a sociedade.
#Acredita #Democracia #Eleições2026 #VotoConsciente #ParticipaçãoPolítica #Cidadania #PolíticasPúblicas #CompromissoSocial #PadreLeonardoDalOsto #AcreditaÉPrecisoAcreditar
No primeiro turno das eleições presidenciais, cerca de 158 milhões de brasileiros estavam aptos a votar. Desse total, aproximadamente 40 milhões não compareceram às urnas ou votaram em branco ou nulo. Um número expressivo, que convida a uma reflexão sobre a participação política e o compromisso da sociedade com a democracia.
Até que ponto o desinteresse pela política, pelos políticos, pelas políticas públicas e pelas causas sociais é benéfico para o país? Afinal, as decisões tomadas pelos representantes eleitos influenciam diretamente a vida de toda a população, seja na saúde, na educação, na segurança pública ou na garantia de direitos.
Todos são seres políticos, mesmo aqueles que preferem não se envolver diretamente nesse universo. A democracia garante a liberdade de votar em branco, anular o voto ou, dentro das regras eleitorais, não comparecer às urnas. No entanto, a participação consciente e efetiva da população é fundamental para fortalecer a democracia e contribuir para os rumos do país.
Diante do segundo turno das eleições presidenciais, que acontece no próximo domingo, o padre Leonardo Dall’Osto propõe três sugestões e reflexões para ajudar os eleitores a escolherem melhor seus candidatos.
Mais do que escolher um nome, o momento exige responsabilidade, consciência e reflexão sobre os projetos, os valores e os compromissos de quem pretende governar o Brasil.
Participar da democracia vai além de votar. É acompanhar, questionar, fiscalizar e compreender que as escolhas políticas têm consequências para toda a sociedade.
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